26 de abril de 2020

Abril

25 de Abril, sempre. Fascismo nunca mais. O povo unido nunca mais será vencido. Portugal, Portugal, Portugal

17 de abril de 2020

Desabafo 2

Não é um sermão encomendado, é um desabafo algo controverso, mas que considero justo e oportuno. O coronavírus, a insidiosa e traiçoeira epidemia, invadiu o nosso país e houve que enfrentá-lo. Encabeçando a imprescindível defesa, como lhes era devido, mesmo obrigatório, o Presidente da República e o Primeiro Ministro. Sem terem sido, sem serem,  naturalmente perfeitos, na presença, na atitude, na actuação, nos apelos, nas soluções, nas imposições, Sei lá!,  (são seres humanos, não esqueçamos) , aceito que houvesse, que haja, quem os pudesse igualar, mas não quem em muito os pudesse superar. O país, Portugal, na situação actual, teve e tem sorte em ter tido e ainda ter, tais estadistas, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa, nos lugares que ocupam. Acredito que o futuro o confirmará. 

16 de abril de 2020

Vivo

Sim, ainda estou vivo, mas já com pouca energia e inspiração para me enfiar na pele do Manojas. Depois duma ditadura (a salazarista), duma guerra (a segunda grande guerra), duma revolução (a do 25 de Abril) e de tudo o mais o que a vida me ofereceu, além de já ter passado a barreira dos noventa, eis-me perante uma epidemia mundial (a coronavirus), insidiosa, traiçoeira. É obra! Mas não, não vou, não vamos desistir, e acredito muito que a vamos vencer. Como se venceu a ditadura, se venceu a guerra, se ganhou a revolução.

18 de janeiro de 2020

Recordação

Eu e a Helena fazemos hoje, melhor, fizemos hoje, dia 18 de Janeiro de 2020, 62 anos de casados,  melhor dito, de bem casados. Não é um recorde, mas é uma boa classificação que merece  ser celebrada, mas sem espavento como é nosso timbre. Vamos almoçar fora, emendo, fomos almoçar fora, e para o jantar, em casa, comprei uma garrafa de espumante Murganheira, doce,
porque a Helena é desse que mais gosta, para acompanhar qualquer petisco que a citada noiva tenha preparado. É tudo, e até para o ano se ...

A guerra dos drones

Todas as sextas-feiras o semanário Ipsilon, suplemento do jornal Público, é valorizado com textos de António Guerreiro, sempre inteligentes e oportunos, embora por vezes algo herméticos. Não é o caso do artigo de ontem, bem claro: "A guerra dos drones". A guerra dos drones, aquela em que os EUA se armaram em "terroristas de Estado", fazendo de alguns dos seus soldados: assassinos. Eles matam, à distância, sem perigo, pelas costas, em jeito de caça, sentados às suas secretárias de tele-operadores, apenas carregando num botão.                                                                                                                  No artigo, António Guerreiro, menciona dois autores que se debruçaram sobre o tema "drones": o filósofo francês Grégoire Chamayou e o filósofo americano Michael Walzer. O primeiro, com o livro "Théorie du drone", que ele cita, e o segundo com o livro, que não é referido, que se chama, em edição francesa, "Guerres justes e injustes". Pena que António Guerreiro não tenha referenciado, também, o livro , "O mal que deploramos: o drone, o terror e os assassinatos-alvo", de José Sócrates, de 2017, da Sextante Editora, que, além do mais, muito mais,  contem uma extensa bibliografia sobre o tema.

8 de janeiro de 2020

Anormal

Já o disse algures, mas vou repeti-lo aqui: Embora encapotados, pelos vistos e não vistos, nunca pensei que Trump tivesse tantos admiradores. Até onde irá ele? Até onde o deixarão ir?